Olha para parede... o relógio lentamente caminha de minuto em minuto...formando as horas... horas que passam. Será que só o relógio movimenta-se?
Existe uma imensidão a movimentar-se, mas para ela é só o dia que passa.
Somente uma (dês)-crença ocasionada pela (dês)-crença em pessoas, seres humanos mentem, seres humanos manipulam, seres humanos são racionais, mas irracionais a ponto de perceber que nem sempre o oculto é invisível. Talvez o erro do ser humano seja não perceber que o oculto é visível.
Esperanças?
Quem sabe, esperança e (dês)- crença caminham lado a lado por causa da (dês)- ilusão.
Talvez por dias você vai sentir saudade daquele seu amigo que longe está, em compensação outros você vai ignorar, totalmente previsível e sujeito a todos. Por ai eu ouvirei a meu respeito algo semelhante ao som do The Strokes" Yeah, they were just two fucks in lust", quanto a isso eu só confirmarei como se verdade fosse.
Somente um raciocínio breve da insignificância para gestos, coisas e pessoas que não notamos a sua real identidade, sim eu e você sempre não notamos algo.
sábado, 28 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Os dois e as duas
O primeiro foi seus olhares a me conquistar,
não seus olhos verdes, mas olhares me corrompendo.
Foi com ele que aprendi a amar,
seu jeito de homem bobo sempre falando.
Ele era o gigante sempre a cantar,
a todos vivia sempre encantando.
Sua cara torta sempre a se entortar
e seus cabelos compridos sempre balançando.
O segundo foi suas mãos a me tocar,
com toda delicadeza acabou me conquistando.
O lado da calçada sempre a disputar,
realmente na paixão acabei acreditando.
Ele era o sistemático sempre a ablaquear,
sua própria cova sempre venerando.
Seus cabelos da sua cabeça sempre a despencar,
e sua barba sempre falhando.
Foi assim a me apaixonar,
sempre me apaixonando...
não seus olhos verdes, mas olhares me corrompendo.
Foi com ele que aprendi a amar,
seu jeito de homem bobo sempre falando.
Ele era o gigante sempre a cantar,
a todos vivia sempre encantando.
Sua cara torta sempre a se entortar
e seus cabelos compridos sempre balançando.
O segundo foi suas mãos a me tocar,
com toda delicadeza acabou me conquistando.
O lado da calçada sempre a disputar,
realmente na paixão acabei acreditando.
Ele era o sistemático sempre a ablaquear,
sua própria cova sempre venerando.
Seus cabelos da sua cabeça sempre a despencar,
e sua barba sempre falhando.
Foi assim a me apaixonar,
sempre me apaixonando...
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Somente mais um sem título provisoriamente
domingo, 8 de agosto de 2010
Cor de nuvem, cor de raio de sol

Andava sozinha, algumas vezes existia um destino, fosse ele seu emprego ou a padaria ali da esquina.
Por vezes era obrigada embarcar naquele meio de transporte denominado ônibus.
Ah, o ônibus... alguns dias eram os mesmos passageiros, mas sempre algo diferenciava a viagem.
Ela não se importava, olhava atentamente pela janela do ônibus o ceú.
Era algo engraçado de se ver, pela primeira vez na vida conseguiu ver nitidamente os raios do sol, as nuvens faziam riscos em vertical abaixo do sol, era cor nuvem, cor de raio de sol.
Algo mais ou menos assim foi aquele fim de tarde de uma sexta-feira.
Cor de nuvem, cor de raio de sol
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Chutar, chute, balde
terça-feira, 3 de agosto de 2010
A mesma rosa amarela

A mesma rosa amarela
Você tem quase tudo dela,
o mesmo perfume, a mesma cor,
a mesma rosa amarela,
só não tem o meu amor.
Mas nestes dias de carnaval
para mim, você vai ser ela.
O mesmo perfume, a mesma cor,
a mesma rosa amarela.
Mas não sei o que será
quando chegar a lembrança dela
e de você apenas restar
a mesma rosa amarela,
a mesma rosa amarela.
De : Carlos Pena Filho
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